Admiro quem tem opções. Gente que largou medicina pra fazer letras espanhol. Bonito. Gente que desistiu de fazer história na UFPB porque achou desorganizado e foi pra UNB. Não desistir de um sonho (só um nome genérico) penso, é um ato de coragem, sob uma carga heróica de autoconfiança. Aplaudo, dou tapinha nas costas, take it easy e firmeza. Eu tenho uma lista aqui, na qual constam Economia, Ciências Sociais e Mochilismo. Tinha "hipster", mas risquei (hahaha).
Olha, eu tenho opções, claro, e são bem práticas: continuar onde estou ou qualquer-outra-coisa-que-vai-acabar-me-matando-de-fome. Portanto, não são bem, ahm, viáveis. Eu tenho tempo, acho, tipo as células totipotentes de um embrião, que podem ser qualquer coisa - até um certo momento em que não podem mais. Entendeu?
Não tenho condições de continuar explicando.
Tem uma cena que resume essa conversa e me poupa a vergonha pública de chorar feito uma criança. Naquela série Som&Fúria (baseado na canadense Slings and Arrows), Andréa Beltrão interpretou uma atriz de teatro, que, na real, depois daquilo bati palmas. A cena é essa aqui, do episódio 5, começa exatamente aos 6 minutos, mas vale a pena ver tudo:
"Você é muito bonitinho quando não tá maluco".
Basicamente, é o meu momento.
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ResponderExcluircurioso que eu penso o contrário: sempre admirei aqueles que desistem. desistir é sempre bem mais fácil, o difícil é continuar acreditando naquele sonho, todo dia um pouquinho mais.
ResponderExcluirdesistir sim, ficou para os fortes =\
eu, que sou fraquinha e franzina, continuo nessa labuta cansativa de acreditar que sonhos não envelhecem...
e, som & fúria, putz, NATANAEL, tu me mata :*