O que é uma pessoa bem resolvida dizer isso, mas olha, inovar no sexo é coisa pra gente inteligente. Não estou falando de vulgaridade, mas falando de erotismo, sensualidade e volúpia num sentido quase literário (hahahahaha, né). Não necessariamente parte de uma insatisfação, mas de uma ousadia aguda, emocionada, só disponível nas melhores cabeças do ramo (q?). Além de imaginação e criatividade entra em jogo um elemento chave quando o objetivo é uma noite “inesquecível” a dois (ou três ou quatro ou...): uma visitinha a um sexshop. Foi onde fui com o Victor Machão ontem, plena 9h da madrugada. Sou o amigo do século.
Nos barraram na porta alguns minutos, pediram nossa carteira de identidade e tudo. “Sério? Tou bem assim?”. Eu teria ficado mais feliz se as pessoas que estavam passando na rua não tivessem nos encarado como doentes. Geral pensa que eu tenho um relacionamento proibido com o Machão. Até trabalhamos a idéia: “homoafetividade sem intercursos”, bromance, happy rock S2. Não avançamos no debate. Fica aí o mistério. Em todo caso, nossa visita ao ‘templo do prazer em mercadorias estranhas’ foi, sobretudo, edificante. Demos um F5 nas fantasias: géis, adereços, roupas, perfumes e sensações térmicas. Só achei nada a ver a gente ter comprado velas aromáticas em uma casa de umbanda.
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