Tava lendo hoje um livro sobre percepção política (A construção da Política, Alessandra Aldé) que numa determinada parte fala –toda trabalhada na bricolagem - de um termo da psicologia social, enquadramento. De maneira idiota como só eu consigo explicar, significa os elementos que compõem a forma que você pensa sobre determinados assuntos e liga idéias diferentes– no caso do livro, a política. Bate meio com “contexto”.
Continuando. Sabe a lei do mínimo esforço? Pois acontece a mesma coisa quando, por exemplo, se vai opinar sobre algum tema, o que, segundo a renca de autores é meio o gatilho do senso comum. Hm, antes que eu perca de vez o quase inexistente fio condutor desse post, deixa eu concluir. O que acontece é que cada vez eu me sinto mais preguiçoso. Infelizmente acho o ócio criativo uma corrente oportunista demais pra abraçar com tudo, rs. Dá um medo de seguir o fluxo, viver de atalhos. Caminho mais fácil é o mais assustador.
As coisas nunca são tão boas quanto poderiam ser. A ilusão de atingir um ponto evolutivo final. Nesse caminho, algumas coisas ficam bem entediantes, tipo ver com os próprios olhos. A internet não te deixa atingir paz de espírito nem de consumo. O que me faz nem ter receio de assumir que eu queria uma Mark 5D no lugar dos globos oculares. Bem simbiose, cyberpunk. Porque eu acho que minha vida só funcionaria em Full HD.
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