segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Introspectiva 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
It Blogueiro

Das piadas, o alvo
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
John Kenn
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Old but gold

Louca dos Gatos

Que o mundo tá cheio de gente maluca a gente sabe, difícil é esbarrar com uma senhora com, atenção: bipolaridade, depressão, síndrome do pânico, toc, dda e mais algumas dúzias de neuroses não catalogadas pela psiquiatria contemporânea. De A a Z, ela conseguiria citar um sintoma e um remédio. Muito tenso já que, mesmo com aquelas olheiras, ela não parecia ter mais de 40.
Pirar é mais fácil do que se imagina. Segundo a OMS uma a cada quatro pessoas desenvolve algum tipo de problema mental ao longo da vida. Lendas dos quadrinhos o reteirista Grant Morrison e o ilustrador Dave McKean fizeram uma graphic novel, Asilo Arkham, que é o hospício pra onde o Batman manda uma galera errada de Gothan. Em uma passagem um personagem explica que a "distância" entre um homem mentalmente sadio e um insano é apenas “um dia ruim”.
O dia dessa senhora não era o primeiro, mas apenas um de muitos dias ruins. Ia de casa pra sessão da terapia quando uma bicicleta quase a atropelou, desencadeando uma crise. Ela se jogou em uns arbustos e começou a gritar, aterrorizada. Nossa turma do happy hour esbarra com ela, ainda em trauma. Depois de uns goles d’água, se acalma um pouco e a levamos para o consultório. No caminho ela conta umas e outras, enquanto a gente fazia o download do desabafo. Entre os dramas ela fala do marido, que a trocou por uma mulher mais nova, da família ausente, do consumismo patológico, da solidão e, claro, do rol imenso de doenças.
Chegamos à clínica e nos despedimos. Rolou uns abraços e ela disse que queria filhos como a gente. Pensei em “não, obrigado, liga pro GAF se precisar”, mas dei só um sorriso e assenti com a cabeça porque ela tinha lindos olhos azuis e não reclamaria caso herdasse. Louca dos Gatos é o mais novo nome na lista de encontros aleatórios formadores de personalidade. E em 2030, quando a depressão for a doença mais comum do planeta, lembrarei dela com carinho.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Velas apagadas
Qual seria sua mensagem para os jovens de hoje?
Gostaria que tentassem, apesar de tudo (e talvez esteja aí o elemento de nostalgia que você notou), apesar de todas as tendências em contrário e de todas as pressões de fora, reter na consciência e na memória o valor da durabilidade, da constância, do compromisso. Eles não podem mais contar, como a antiga geração, com a natureza permanente do mundo lá fora, com a durabilidade das instituições que tinham antes toda a probabilidade de sobreviver aos indivíduos. Isso não é mais possível e, na verdade, a vida humana individual, apesar de ser muito curta, abominavelmente curta, é a única entidade da sociedade de agora que tem sua longevidade aumentada. Sim, somente a vida humana individual vê crescer sua durabilidade, enquanto a vida de todas as outras entidades sociais que a rodeiam — instituições, idéias, movimentos políticos — é cada vez mais curta. Assim, o único sentido duradouro, o único significado que tem chance de deixar traços, rastos no mundo, de acrescentar algo ao mundo exterior, deve ser fruto de seu próprio esforço e trabalho. Os jovens podem contar unicamente com eles próprios e só haverá em suas vidas o sentido e a relevância que forem capazes de lhes dar. Sei que essa é uma tarefa muito difícil... mas é a única coisa que posso lhes dizer.
Ok. Chuck Palahniuk é um dos escritores que mais gosto. Motivos não faltam desde “Cantiga de Ninar”, primeira coisa que li dele antes de ‘Clube da Luta’. Depois veio “No Sufoco” e “Assombro” – cenário de muita sujeira, parafilias e neuroses. Hoje a tarde um grande amigo me veio deixar o “Snuff” e o “Diário”. Neste último, um dos personagens, Peter Wilmot, já foi muito rico, mas agora está em coma. Logo no início, no segundo escrito, de 22 de Junho (dá até pra ler aqui), traduz uma das coisas que se passa comigo além da descrença e do descrédito, tão assustadoramente descritos no quote – a velhice. Cadê meus Renew? risos. Não sei lidar com aniversários. Muito ou pouco, bom ou ruim? Tem gosto de euforia e adrenalina, de aposta, que supera o medo de falhar.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Aquecer
Hoje, alguns meses depois, ainda mantemos o contato, com alguma regularidade. Ele se separou da esposa adolescente e agora mora no sul, levando uma vida tensa e braçal. Essa noite o Jone me ligou, disse que era a noite mais fria que ele enfrentava até então. Sozinho, num apartamento mal dividido, a sensação era estar no Alaska, num cenário branco e gelado em todas as direções. Eu contei que sai dos empregos porque, no momento, me formar era mais importante; disse pra ele vir no ano novo e que aqui é onde, como ele bem sabe, o termômetro sempre está acima dos 30. Rimos juntos de alguma lembrança, nos desejamos sorte e então desligamos meio sem jeito - um silêncio onde caberia um milhão de abraços.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Rio de Janeiro taggeado II
domingo, 9 de outubro de 2011
Núvem Negra
Eu tenho aqui o costume de usar outros adjetivos, adaptados para meu contexto de pessoas irritantes: gratuitas, avulsas e aleatórias. Cada uma dessas palavras está presente em meu dia-a-dia para poupar um léxico considerável de palavrões. Felizmente, apenas uma pessoa conseguiu receber esse título tríplice: a Mother Monster.
Meu objetivo, bom abrir o parêntese, não é paz de espírito, então meu coração se permite, quando dá tempo, a ficar preenchido até a metade de uma mistura venenosa de raiva e nojo.
A Mother Monster era uma pessoa bastante difícil. Em boa parte das situações os motivos para suas decisões eram absolutamente irrelevantes, o que não a impedia de tomar atitudes super enérgicas e aditivadas com zombaria. O transtorno de multipolaridade batia forte, out of the blue, e Mother Monster estava lá, assustando as crianças no parquinho. Coisa sinistra.
Eu acredito que ela costumava ficar no espelho, repetindo pra si mesma que era a melhor e mais capaz pessoa que passou pela Terra até então - e, né, só aceitava ser tratada como tal. Imagino como devia ser difícil, aguentar o fardo de ser tão superior, pertencer a um grupo ímpar de iluminados - que com certeza sabem de algo que eu, você e todo o resto não sabemos.
Sou civilizado, ando por aí me gabando inclusive. O meu desejo, quando não gosto de alguém, é que nossos caminhos sejam extremamente independentes um do outro, a ponto de podermos nos ver, sentar num bar, tomar uma cerveja e pá, no phone calls, sem pedir nada emprestado, sem vir aqui em casa ver um filminho. Desejo dinheiro, felicidade e milhares de quilômetros de distância.
Rock in Rio 2 de outubro
No show do Soad, passei no lugar errado na hora errada e tomei um belo catiripapo. Depois começou a chover. Um grupo samaritano me botou numa “capa” de chuva e tratei de achar um cantinho coberto para ouvir Guns n’ Roses – sem sucesso.
Fiquei no lugar mais silencioso: as cabines da Claro (com isolamento acústico). Você entrava nelas para falar no celular, entende. Dividi espaço com um casal carioca bem amistoso. Quando a chuva diminuiu, continuei procurando um canto coberto onde pudesse ouvir o show, só ouvir, repito, porque tava frio, molhado e não queria mais apanhar da multidão. Finalmente acho. E caio no sono. Patético.
Acordo com o Axl arranhando alguma coisa entre 'Sweet Child O’Mine' e 'November Rain'. Bateu uma vibe errada e me preparei pra ir embora, a noite tinha acabado comigo e eu ainda tinha que enfrentar duas horas até chegar em casa porque o sistema adotado pela organização envolvia ONLY ônibus. Eu deveria ter ido só no sábado - evitado a chuva, a fadiga e corações partidos.
Rock in Rio 1º de outubro
Minha expectativa sob controle, foi possível aguentar os shows de todo resto. Só comecei a me aproximar do palco durante a sofrível apresentação do Maná. Mais de 100 mil bocejos, contabilizou a organização do evento. M5 tampouco me interessava, mas serviu para sair do coma induzido pela banda anterior. Vamos lembrar que minha versão leva em conta, tsctsc, meu ânimo. Quem quiser elogios para seus artistas favoritos não está no lugar certo.
Minha vontade maior era que o Coldplay enlouquece e resolvesse tocar só as músicas do X&Y. Fantasias a parte, o repertório (set list, pela pedância) me agradou completamente. Sabe, o show foi bem mágico. Era o último da noite. Chris deve ter acompanhado do camarim e se compadeceu por todos aqueles que passaram por Maná e sobreviveram, abriu o espetáculo com um “Obrigado por esperarem tanto”. Daí em diante, eu estava em boa companhia. Foi ‘o melhor show da minha vida’? Sim, foi.
Chorei feito uma criança que sente saudade dos pais, quando em uma viagem de férias à casa de parentes no interior. Em verdade, me despedia de minha adolescência loser, cheia de poesias ensimesmadas, melodrama mexicano e revoltinhas mimimi. Encerrar ciclos com um ritual, quem nunca? Naquela multidão, a cena era um cara gritando(!) as músicas e com as mãos pra cima, tentando agarrar fogos de artifício - e conseguindo. Adeus, anos 00’.
Rio de Janeiro taggeado
Dando uma de turista deslumbrado, a geografia da cidade é desconcertante. Só tinha ido por cidades predominantemente planas e esbarrar com morros em toda esquina tem seu charme, apesar de boa parte deles exalarem perigo. Na verdade fiquei a primeira parte da viagem em Niterói, cidade vizinha, mas ia ao Rio diariamente - um percurso desgastante, que aconselho enfrentar na base de dramin. Fora isso, o tour era ótimo.
Tentei diagramar as fotos (tiradas por mim) em miniaturas, cliquem para ampliar.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
GPS da depressão
O futuro se desenha quando se fecha os olhos, imaginava. Tentei e não deu certo. Pisquei, pisquei, tentei de novo e nada. Fiquei assustado porque, como assim, cadê os planos da pessoa que fecha os olhos e não se vê (seja no topo ou no fundo). Não soube lidar com a situação e fiquei bem mimimi. Conversei com minha mãe outro dia, falei que tava meio largado e que, “sério mãe, como faço?”. Ela me olhou um pouco consternada e resumiu com um “é natural, você é jovem”.
Holden, em O Apanhador no Campo de Centeio, é um cara meio perdido e justamente por isso eu gosto da história.Tem uma passagem que me vem na cabeça sempre :
Nem sei porque estava correndo - acho que era só porque me tinha dado vontade. Depois de atravessar a estrada senti um negócio esquisito, como se eu estivesse desaparecendo. Era uma dessas tardes meio malucas, fria pra burro, sem sol nem nada, e a gente se sentia como se estivesse desaparecendo toda vez que atravessava uma estrada.Estou fora da rota, andando na neblina.
sábado, 10 de setembro de 2011
Via única para Marte

A Lua parece ter saturado os poetas, os amantes e pelo visto até os cientistas. Vou confessar também que olho só de vez em quando. Com o corte de gastos nos investimentos da NASA, abandonaram o projeto de um emocionante retorno da raça humana em missões tripuladas. Uma vez em pauta esta aventura galáctica, fala-se da exploração de Marte até 2030, e como alternativa para diminuir os custos (igualmente astronômicos) deram a sugestão de enviar uma missão sem volta, uma vez que esta etapa é a mais dispendiosa.
Ou seja, os enviados aceitariam ir, mas sem garantia alguma de retorno e, ok, morrer por lá mesmo. Tenso? Considerem o argumento: alega-se um risco aceitável frente ao ganho científico. Outros artigos do nerdíssimo Journal of Cosmology, o espírito aventureiro e desbravador são ressaltados, evocando as grandes navegações, a ‘descoberta’ do novo mundo e vai além, quando fala da honra de representar a Terra e do encanto que seria vê-la de Marte da mesma forma que o assistimos daqui – apenas um corpo brilhante no céu. Vale lembrar que 40 anos depois da Apolo, ninguém deu lá outros grandes passos no cosmos.
O desafio em colonizar Marte é prover e sustentar a existência dos alienígenas (nós, no caso) em um ambiente não apenas hostil, como inóspito. Minha missão, vejo, é apenas menos megalomaníaca/interplanetária. Consiste em sobreviver a uma série de pequenas catástrofes diárias (furacões, tornados e tsunamis) afetiva e profissionalmente falando. Feito astronauta, me sinto chegando agora, porque tudo é meio novo e leva um tempo pra se acostumar com o console, a lidar com o painel de botões. Vou errando porque não deixaram um manual. Do lado de cá, tento cultivar uma terra árida, sem tanto sucesso. Chove pouco e passo fome. E só pra variar, estamos em guerra.
**PS.: Spielberg trouxe um marciano pra Terra certa vez. Alimentou, deu abrigo e apresentou uma turminha de amigos do barulho com quem aprontou altas confusões, mas assim que ele entendeu como funcionava a primitiva forma de comunicação daqui, saiu logo dizendo “quero voltar pra casa!”. E voltou, provavelmente muito chateado com a gente, porque na minha cabeça, Guerra dos Mundos é a vingança do pobre E.T.=/
domingo, 4 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Espinha dorsal
Tenho uma coluna e a amo. No ambiente doméstico, naturalmente, sento de um jeito meio livre, indomável. A questão se tornou preocupante a partir do momento que comecei a trabalhar em casa, e não simplesmente trazer o trabalho pra cá. Descrevendo uma curva sinceramente tensa, minhas costas mais parecem uma intervenção geográfica, fruto do movimento das placas tectônicas.
Me preocupo, repito, e adiciono uma complicação genética - minha avó, minha avozinha, parece uma tartaruguinha, andando devagar e côncava. Como resultado de toda essa tragédia física, estou me policiando com a postura. Tarefa inglória. Questão de prática, bem sei. Em anos de sala de aula, por exemplo, sempre escorreguei um pouco pra frente até alcançar o fundo da outra carteira com os pés. Um hábito irritante, principalmente em dias de prova, quando só entendia a comoção do colega da frente ao ouvir "para de balançar, maldito".
RPG, Pilates, Aikido. Aceito sugestões, mas estou quase convencido a só comprar uma cadeira nova, tipo oficce. A grande vantagem é poder brincar de rodar no fim do expediente, ou ir até a cozinha só pegando impulsos e arrastando as rodinhas. Infância - estou fazendo isso errado.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Volto porque ainda sei o caminho
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Comeback
Provavelmente alguém restou, deixado pra trás. O nome dele é Abílio. Uma cena constrangedora. Seus olhares se cruzam no supermercado. Ele engordou mais do que todos os outros garotos - e garotas - juntos. Atualmente trabalha numa loja de artigos de artilharia - é o que diz na logomarca da farda. Ele pode achar que a barba acobertou sua identidade, mas passar mais de 30 segundos olhando arrebataria qualquer disfarce. O plano B dele é encarar nervosamente as prateleiras de chocolates e esperar que você passe direto. É o que você faz, mas no fundo sabe que não foi a coisa certa.
*
Postado por mim originalmente no Volúpias Celestiais que esbarrei hoje.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Crise dos 20 - Cartilha de auto ajuda
Em Anos Incríveis, seriado com todo um clima do sonho americano da década de 70, no episódio Coda, o protagonista, Kevin Arnold (vivido pelo ostracizado Fred Savage) , no auge da infância, anunciava:
"Quando somos criancas, somos um pouco de cada coisa: artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. Algo de que sentimos falta, de que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo.
Gostaria de discordar, mas, percebam, não tenho fatos que provem o contrário.
O meu erro é ter feito tudo de lápis pra depois passar a limpo. A crise dos 20 não envolve realização, de cara, mas exige que esteja desenhado um caminho, que rotas estejam traçadas. Urge coordenadas. Se trata de um senso de direção e um senso de urgência. Ambos dão margem para uma perspectiva sombria onde tudo dá errado, o carro capota duas vezes, lança todo mundo no penhasco e ainda explode. Quem tem planos tem medo.
Como mais de 1/3 dos brasileiros tive uma formação cristã, da qual assim que tive chance me afastei – pra preservar meu senso de humor. Entretanto, uma coisa ainda me passa na cabeça com frequencia, justamente a parte de que todo sofrimento é recompensado, mais dia menos dia e portanto deve ser valorizado, inclusive, visto como necessário. Sem o referencial sacro, essa é a mesma metáfora da megasena (“um dia o ganhador pode ser você, continue apostando”).
Quando você não tem fé no divino, é imperativo que tenha fé em si mesmo(em carne, osso e resfriados). E assim como a primeira, ela também falha, oscila, ainda mais quando somos tão limitados e imperfeitos. É também uma questão de esperança e sobretudo de resistência. Afinal, quem não quer vencer a prova do lider?
terça-feira, 9 de agosto de 2011
BitterSweet
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Pauta quente
Tem um lado do jornalismo que, convenhamos, é muito interessante: lidar com situações e pessoas incomuns. E o fato de coisas surpreendentes serem cada vez mais raras eleva tudo a outro nível, onde nem sempre a racionalidade está presente. Entretanto, os assuntos em questão se enquadram num número nem tão grande de temas, entre os quais um se destaca mais que os outros, em letras flamejando: s-e-x-o. Daí que estou tendo experiência de produzir algumas matérias para, for real, um motel – ossos do ofício.
A primeira matéria que fiz (na verdade uma entrevista) com a personal.sex.trainer Tarciana Chuvas. Além disso, ela é sex coach, striptóloga e consultora em artes sensuais. Teresina evoluiu e eu não acompanhei? Do tipo, ok, mas aqui? Achei do futuro. Cabe o alerta: muito se engana quem espera baixaria.
Na entrevista, ela começou educada, polida, ciente de que alguns vêm cheios de dedos e armados até os dentes de preconceito. Um pouco mais a vontade, ela mostrou um ar descontraído (extremamente útil nas abordagens que exercita, acredito) e conversou com leveza e preparo, dedilhando aqui e ali algo mais provocante. O trabalho dela você pode entender [aqui], [aqui] e em uma visita ao blog totalmente autoral. E a entrevista você pode conferir no site do Garden (desconsiderem a diagramação equivocada que o wordpress dá aos conteúdos).












