quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

It Blogueiro

Minha primeira compra online foi um livro. Tinha todo aquele medo de cair em treta, meus pais desaprovaram, deram um chilique por causa dos dados, mas deu certo. Desde então, já pus nos carrinhos eletrônicos celulares e até bichinhos de pelúcia que queria dar de presente. Então, faz um ano ou dois, passei a comprar roupas online. Talvez por preguiça de ir ao provador, talvez pela pedância, quem sabe.

Mais recentemente descobri a Asos, um dos poucos motivos pelos quais uso o cartão de crédito. O título da loja é "The World's Biggest Online Wardrobe", a meu ver muito bem conferido, e funciona seja entre os produtos mais conservadores ou hipsters wannabe - e com muita coisa wereable num país tropical. Não sou fashionista, podem comprovar se me virem no 406, dormindo nas poltronas no caminho pra casa depois do expediente.

Primeiro, a Asos entrega em todo o mundo e não cobra frete – se entrega em Teresina, certeza, entrega em qualquer lugar. Segundo, aceita paypal, o que torna a transação um pouco mais barata e segura. Terceiro, os preços são coerentes e às vezes razoáveis (não iludo meus cabides, vou primeiro na sessão Sale). Quarto: procurando bem, é fácil achar algo mais legal e barato do que você jamais pensaria em achar aqui.

Sim, demora. A primeira compra demorou 20 dias, a última, dois meses. Sim, se passar de U$50,00 a mercadoria é taxada. Sim, vicia - cheguei à minha tímida décima primeira compra e prometi dar uma parada até abril, mas né. Fora a parte consumista, a Asos tem sessões interativas e de conteúdo original singulares como o blog Press Play que revela alguns nomes poucos explorados pela indústria fonográfica - e muito utilizados por indies para se gabar.

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