quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Old but gold

Yako veio aqui em casa depois do trabalho. Tomamos um cafezinho com minha mãe daí fomos fazer aquele programinha delicioso: ver os álbuns de fotos da infância. O constrangimento pode ser traduzido em três fotos.


Atenção para o momento resgate quando eu era loiro feat lindo (antes da radiação ter me transformado). A foto é de outubro de 93 e tirada em viagem à Canindé, provavelmente pra pagar/fazer alguma promessa de adultos desesperados. Turismo religioso, quem nunca?


Esse dia eu não faço idéia do que rolou. Certamente bebi. Percebam minha postura de mini-indie misógino.

Turminha do meu.fuking.maternal. Quem se reconhecer me contata nos comentários, ok. Lembro de algumas pessoas, porque tenho memória eidética (só que não). Pensei em não dizer quem é quem por responsabilidade jurídica, mas seria muito ‘Q?’ ser processado por isso. Das meninas ali está a Catarina, que vomitava o café todo dia que deus dava. E sabe como é criança, quando sente o cheiro de vômito, faz igual. Ta aí a difusora da bulimia. Sorridentes Adelaide e o Alisson, primos, andavam junto o tempo todo e por isso eram chatos às vezes. Me recuso a falar sobre ele porque é tipo vizinho de bairro e aqui a gente paga dízimo pra não ser dizimado. Fica o apelo à UPP. Continuando, temos Indira, cuja mãe penteava bem direitinho pra ela se bagunçar toda. Muito danada. Ao meu lado tem o Elias, meu melhor amigo na época (que talvez veja esse post e passe a me odiar). Encontrei no Facebook uns dias atrás e o adicionei! O loirinho é o Wesley. Reencontrei com ele um dia por acaso, trocamos telefone e tudo. De cantinho o menino mais bonito, o Vitor, olhos azuis e tudo, mas chorão. Por fim, o "Cambotinha", cujo bullying pesado não me permite lembrar o nome dele.

Um comentário:

  1. também fui loiro quando era creonça, com os olhinhos azuis de anjo. o cabelo ficou preto, a sabedoria - oi? - fez o olhar 'enverdecer'. do meu maternal, lembro de pedro jr, meu melhor amigo até a 8ª série e nara juliana, que estudou comigo até a 4ª e a chamávamos de gorda feroz (sim, bullying). atualmente, me encontro entre a cruz e a espada: turma do terceiro ano do ensino médio fazendo reencontro de 10 anos (sim, sou velho) e eu temendo o que esse tempo todo é capaz de fazer em pessoas que, em 2002, eram bem legais. ai, eu sempre digo que não curto nostalgia por achar que sou nostálgico demais...

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