quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Um dia de cada vez

Vim o caminho pra casa pensando em como eu cheguei nesse ponto da vida sem me viciar em nada. Acho uma façanha. Tirando a óbvia parte financeira, eu acredito que minha condição humana (rs) não permite. Gosto de sexo, mas não sou Tiger Woods (e a sorte?). Bebo, mas não sou alcoólatra; fumo, mas não sou fumante; chocolate, coca cola, twitter, mas, né, transito na normalidade. A normalidade é saudável, mas entediante? Vai que é. Vamos ver o que aconteceria se eu tentasse essas 3 dependências a seguir:

Crack – essa pedrinha que ta a-ha-zan-do na noite Teresinense. Superou a Opala, a carnaúba e a mamona do biodiesel. Se eu fosse do crack, eu seria muito provavelmente inserido nas outras modalidades de entorpecentes, o que pressupõe que eu passaria por etapas, indo de vício em vício (sim, 50cents e Snoopy Dog absolutamente). Daí que eu não tenho dinheiro pra sustentar essa brincadeira. Nem amigos ou família. Nem cara de criminoso, a não ser fogueteiro. Questão de meses eu descia pras grades. Sim, fracassar na bandidagem, quem nunca? Fato- O crack acabaria comigo, me deixaria mais magro, talvez me desse uma pontinha na política, na tv, mas não, gosto mesmo é de estar vivão.

Internet – Não só internet, mas tecnologia. Se bem que atualmente a tendência é ser Geek. Q? Gente, Big Bang Theory é uma ilusão amarga. Do tipo, onde-nessa-encarnação. Não vou nem falar em dinheiro nesse tópico, juro, mas poxa porque justamente quando você compra um itouch 3 a Apple vem e lança o 4. Estar viciado na rede me deixaria super noiado em estar sempre à frente das novidades = vida social de uma ameba. Ora Diabos, pois prefiro ser viciado em Deus. rs.

Cultura japonesa - sintam o drama dessa alternativa nesse vídeo:

Tá explicado?

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