sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Barulho afinado

Me enrolo bastante com viagens românticas porque elas acabam se transformando em uma bad trip rumo à fossa. A sorte é que tenho exercitado uma muito bem vinda praticidade afetiva. Nem sei, não estou tão on fire, mas confesso que a expectativa por Justice e Björk trazem ondas imensas de animação. Explico fácil:

Pra quem acha que drogas acabam com o cidadão, tá aí o Biophilia mostrando que é possível vencer na vida depois da cocaína. Thom Yorke, em Lotus Flower, certeza virado de doce, faz justiça a todos os fritos do planeta. Nem implico. Bato palmas e canto junto.

Com tranqüilidade, de toda a aventura musical da Björk, prefiro de longe o Homogenic. Assim como prefiro o The Bends do Radiohead, bem simples e bem honesto. Essa galera foi ficando cada vez mais experimental e acho até ok porque tem horas que a gente pira, né.

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