sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Popups no asfalto


Em tempo de eleições tem um momento chamado Colagem. Juntam-se os candidatos e os simpatizantes para, de bairro em bairro, irem distribuindo adesivos, cartazes, santinhos e colar material da campanha. Pois bem, lembrei de uma matéria que vi sobre street art de um cara, Felipe Tofani (lab.ftofani.com), que coloca uns adesivos pelos postes do bairro onde mora em São Paulo. Dã, e daí? Entanda do que estou falando:



Se antes as redes sociais eram um segundo momento das relações, um plus, agora é o primeiro passo. E como a internet é uma extenção da realidade das pessoas, embora alguns insistam em tentar começar uma do zero, velhos problemas de personalidade ganham um novo palco - maior e com mais público. Não, não estou fugindo da ribalta. Só acredito que somos levados a crer que a vida virtual é tão mais interessante, de forma que esquecemos até mesmo de escovar os dentes de manhã cedo e vamos direto ao twitter. É, foi meu caso. Ah,não venham mentindo que nunca aconteceu!rs A César o que é de César.

E ainda nesta linha, o Tom Scott (.com) sugeriu uma série de etiquetas que segundo ele resolveriam os excessos e a falta de sinceridade da mídia. Seria melhor transformá-los logo em carimbos:

Antipropagandas à parte, o que mais precisa de uma onda creative&critic? Já indico: carros&paredões de som, já que em Teresina a Delegacia do Silêncio esqueceu o telefone no vibracall.

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